A Matriz de São Sebastião estava repleta de fiéis e Autoridades civis e religiosas. Tanto as suas laterais, quanto o hall da escadaria só se viam pessoas em pé por falta de cadeiras suficientes para abrigar tanta gente. O Presbitério abrigava sacerdotes, diáconos, Ministros da Eucaristia, Coroinhas, e, sobretudo, o Provincial da Ordem Vocacionista n Brasil, Pe. Albino. A presença do Prefeito, do Vice e todo o seu Secretariado completava a união do Poder Civil e do Poder Religioso só reinantes na Idade Média, "quando a influência da sabedoria cristã e sua Virtude Divina" reinavam na sociedade na feliz expressão do Papa Leão XIII ao escrever a importante Encíclica Divini Redemptoris que tanto aplauso teve na Cristandade. O panorama era bonito e grandioso!
Mas o mais interessante era a curiosidade dos fiéis por ver o Arcebispo, D. Victor de novo e o novo Pároco, Pe. Roberto da Silva vindo dos Estados Unidos da América e empossado segundo as regras canônicas mais tradicionais da Igreja. Por razões específicas, o Arcebispo não portou, dessa feita, o Báculo e a Mitra. Mas sua presença de autoridade maior da Igreja irradiava beleza, sabedoria e tradição.
Depois da Homília baseada no Evangelho do Dia que tratava da Samaritana, discorreu o preclaro Arcebispo as Bodas de Caná da Galiléia para lhe enriquecer o conteúdo e tratar de Nossa Senhora na economia da Redenção.